- 12:23
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Acho interessante e respeito quando alguém diz ter se "convertido" à alguma igreja "evangélica", sendo que na Igreja Católica todos somos evangélicos.A diferença está: Na atenção dada ao participar das celebrações católicas, atenção no que diz o dirigente. Sem falar que muitas e muitas vezes falta uma busca pessoal pelo que diz a Igreja em seus livros doutrinários.
A nossa fé está em Cristo que é a cabeça de nossa igreja, escutamos nossos padres e bispos, pois eles são chamados ordinariamente por Cristo e falar em nome de Cristo, estudam muito para saber responder aos anseios do povo. Pena que muitos "cristãos" se acham mais santos, mais sábios, mais libertador até mais cristão e esquece de buscar sua santidade com os próprios erros.Destaco também que muitos desses convertidos vão e estão em busca de cura material, de riqueza, de saída miséria. Nossa igreja não oferece milagres, oferece o caminho a seguir que é Cristo. Cristo não fazia milagres, Cristo olhava com atenção e com a amor e nessa condição as pessoas se sentiam amadas e sua vida mudava a tal ponto do milagre acontecer, pela fé e amor recebido e dado, nesse ponto de vista, o milagre nada mais é do que acreditar no amor e amar o próximo abundantemente.
Depois que muitos saem da Igreja católica e seguem outras denominações "cristãs" o pastor já os espera com o velho discurso de que adoramos imagem. Com certeza, esse pastor não conhece a Igreja Católica, conhece o que a fé das pessoas demonstram. Fé popular é diferente de Igreja Católica, a Igreja em si não pode controlar a fé e a vontade do povo. Decepção se alguém teve o tem, foi falta de seguir aquele que deveria ser seguido e adorado, Jesus o Cristo de Deus Pai Criador.
As pessoas representadas por imagens foram seguidoras de Cristo assim como devemos ser hoje. As pessoas que muitas vezes recebem nossas orações no CÉU, são intercessoras assim como nós. Quantas vezes as pessoas na rua pedem para que orem por elas? isso ao meu ver é uma intercessão, e essa também é a "função, missão" dos santos no céu. Quanto ao termo santo, foi Jesus mesmo quem disse que poderíamos ser santos. A igreja reconhece os santos que temos hoje pelo excelente estilo de vida, serviço, seguimento, exemplo e principalmente por muitos terem dado a vida por Jesus. Se um dia sua vida for tirada aqui na terra em nome de Cristo Jesus, você é um Santo Mártir.
Depois que muitos saem da Igreja católica e seguem outras denominações "cristãs" o pastor já os espera com o velho discurso de que adoramos imagem. Com certeza, esse pastor não conhece a Igreja Católica, conhece o que a fé das pessoas demonstram. Fé popular é diferente de Igreja Católica, a Igreja em si não pode controlar a fé e a vontade do povo. Decepção se alguém teve o tem, foi falta de seguir aquele que deveria ser seguido e adorado, Jesus o Cristo de Deus Pai Criador.
As pessoas representadas por imagens foram seguidoras de Cristo assim como devemos ser hoje. As pessoas que muitas vezes recebem nossas orações no CÉU, são intercessoras assim como nós. Quantas vezes as pessoas na rua pedem para que orem por elas? isso ao meu ver é uma intercessão, e essa também é a "função, missão" dos santos no céu. Quanto ao termo santo, foi Jesus mesmo quem disse que poderíamos ser santos. A igreja reconhece os santos que temos hoje pelo excelente estilo de vida, serviço, seguimento, exemplo e principalmente por muitos terem dado a vida por Jesus. Se um dia sua vida for tirada aqui na terra em nome de Cristo Jesus, você é um Santo Mártir.
- 13:17
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Três palavras que precisam está unidas num só sentido. É um tripé do cuidado com a igreja. A
motivação para esse pensar é saber que em nossas comunidades pode ter pessoas
sem esse tripé, mas também não deixando de ter umas das motivações para levar a
boa nova adiante, não deixando de ter pessoas sem alguns cuidados necessários.
Mas falta esse tripé básico.
Há pessoas muito desejosas de evangelizar,
porém não carregam consigo a cabeça da organização e administração dessa
evangelização, no entanto carrega pela metade a sensibilidade para identificar,
diagnosticar e agir no momento certo.
Há pessoas muito sensíveis, mas não carregam a
voz evangelizadora, e nem a voz ativa de enviar, o que se pode crer que essa
sensibilidade pode ser importante e necessária base para o plano de
evangelização. Ser administrador sem ser sensível é buscar a falência da
comunidade, é por à prova a fé da comunidade.
Por fim, existem pessoas também muito
inteligentes para administrar, articular, ter jogo de cintura e fôlego para o
trabalho árduo da organização. Mas para tal, precisa nesta mesma pessoa a
sensibilidade, a abertura para visões diferente, a garra para os projetos.
Precisar ser engajador, de bons componentes, instrutor de componentes
deficientes ou aprendizes, e por fim ser um bom evangelizador.
Ser evangelizador traz uma série de propostas,
concorrências, atribuições que faz de cada ator evangelizador uma pessoa
preparada para ser um Jesus no meio do povo, ser conteúdo vivo do evangelho com
a própria vida. Cada cristão é chamado a ter esse compromisso de evangelizar,
muitos com mais atribuições do que outros.
Nossa Igreja de modo geral precisa de
evangelho vivo e vivido, isso de modo geral e nos modos particulares que é nas
comunidades. Com certeza a igreja como um todo só será eficiente e eficaz se
cada membro fizer sua parte. Um corpo inteiro saudável é ótimo, mas se uma unha
adoece, o corpo trabalha com dificuldade, mesmo que seja mínima, mas uma dor
que se sente, uma falta que tenha no corpo, é uma dificuldade de executar os
trabalhos.
Nesse sentido, o coração precisa ser sensível,
e nunca negligenciar o que sente o dedo mindinho, é preciso cuidar para que não
torne o corpo aleijado de uma perna inteira. Sempre aparecem alguns excessos no
corpo, e é preciso ficar de olho, pois pode vir a ser um problema.
Por fim, para um bom trabalho de
evangelização, a harmonia do corpo é necessária, a cabeça precisa saber
administrar, o coração precisa saber escutar e sentir o que está a gritar
pedindo socorro, e o corpo precisar está saudável para ir à missão, se lançar
após ter preparado alma e espírito.
- 07:25
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Das coisas da natureza, só a própria para dá seu jeitinho.
O preocupante mesmo é o modo como as pessoas reagem nessas situação. Agem como desavisados, como se não conhecessem a realidade, sendo que é do conhecimento de todos na localidade, poucos economizam água. Inacreditável é ter visto pessoas lavando seus carros como se a água, limpa, tratada e cara fosse eterna. Vergonhoso uma realidade assim, visto que aparentemente são pessoas conscientes.
Nos últimos anos as escolas locais tinham o programa Despertar do SENAR, um setor governamental que cuida do meio ambiente. Tal programa era trabalhado aquém da sua importância, por professores e alunos do município de Itororó, especificamente nos distritos de Itati, zona rural e nos últimos dois anos em Rio do Meio. Ao longo de dez anos pouco se tratou do atual problema que é a falta de água. Primeiro porque ainda não era problema, segundo e o maior motivo, pelo receio de tratar dos desmatamento que hoje tem peso unanime na problemática da falta de água. O receio se dá pelo medo de tratar com fazendeiro, pois é sabido que a madeira que era extraída era a renda de alguns donos da terra.
Mas, agora vamos buscar cuidar, ainda há chance, ainda existem maneiras de correr atrás do prejuízo. Replantar árvores ciliares, e economizar para que a fonte possa se recuperar com mais tempo, pois quanto mais se gasta na rua, em casa e em situações diversas, mais precisa retirar da natureza.
Portanto pensemos em nossas atitudes, não discurso pronto em dizer "eu pago eu posso como eu quiser", isso você pode até pagar hoje enquanto a natureza nos dá, e amanhã quando a natureza saturar, você vai pagar pelo quê? Gente, a vida não se dá pelo poder aquisitivo, mas pela preservação, vigilância dos ato irresponsáveis e principalmente pelo respeito a si próprio que é parte do meio ambiente, dependente do mesmo.
- 15:56
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Trechos da Carta da CNBB sobre esse período eleitoral -

A política, do ponto de vista ético, “é o conjunto de ações pelas quais os homens buscam uma forma de convivência entre indivíduos, grupos, nações que ofereçam condições para a realização do bem comum”. É fundamental considerar o passado do candidato, sua conduta moral e ética e, se já exerce algum cargo político, conhecer sua atuação na apresentação e votação de matérias eleis a favor do bem comum.
A Igreja Católica não assume nenhuma candidatura, mas incentiva os cristãos leigos e leigas, que têm vocação para a militância político-partidária, a se lançarem candidatos. No discernimento dos melhores candidatos, tenha-se em conta seu compromisso com a vida, coma justiça, com a ética, com a transparência, com o fim da corrupção, além de seu testemunho na comunidade de fé. Após as eleições, é importante a comunidade se organizar para acompanhar os mandatos dos eleitos.
Os cristãos leigos e leigas, inspirados na fé que vem do Evangelho,devem se preparar para assumir, de acordo com sua vocação, competência e capacitação, serviços nos Conselhos de participação popular, como o da Educação, Saúde, Criança e Adolescente, Juventude, Assistência Social etc. Devem, igualmente, acompanhar as reuniões das Câmaras Municipais onde se votam projetos e leis para o município. Estejam atentos à elaboração e implementação de políticas públicas que atendam especialmente às populações mais vulneráveis como crianças, jovens, idosos, migrantes, indígenas, quilombolas e os pobres.
Na Integra clique no link abaixo- 17:07
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Caríssimos, chegou o tempo em que todo o povo precisa se atentar para as velhas promessas de leões, galos, jacarés e corações que batem aceleradamente. Quatro partidos se põe a trabalhar em busca de votos, espero que votos conscientes. Há quatros anos, muito ouviu-se uma Itororó melhor, principalmente proposta lançadas pelo prefeito atual, que novamente se faz candidato com um vice nada gentil.
O ex-prefeito também tinha suas propostas de continuar seu projeto, porém eram projetos que não pareciam assim muito chamativos, por isso foi vencido. Vencido principalmente porque nos últimos meses de seu governo, deixou algumas pessoas sem seus salários, o mesmo do atual. Mexer com bolso do povo é o pior engano de um politico. Em aliança com o ex-prefeito, candidato a vice, sai um radialista que esbravejava muito em seu palanque midiático, se teremos a honra de vê-lo trabalhar tal como esbravejava contra o atual prefeito, só o povo dirá no dia 02 de outubro.
Urge dos cargos de vereadores dois homens que se dizem humildes, que se dizem a favor do povo, modéstia parte, sou mais eu. Vereadores que apoiaram o que mesmo? O Povo? Tá! Respeito muito a cada de forma pessoal, como político, me faltam muitas provas de vão realmente melhorar Itororó, se como vereadores deixaram Itororó se deteriorá lentamente nas mão de um ultraje ambulante.
O doutor e seu aliado, ambos num partido elitista, pela sua estrutura sócio-econômica, já era de se esperar. O povo está confiante de que ele possa ser uma das alternativas mais bem qualificadas para Itororó. Com pé atrás das reais atitudes e formas de governá que ele terá se eleito for. A quem ele irá ajudar. Não venha com conversa mole dizendo que o povo é o principal alvo de seu benéfico governo. É sabido por todos que qualquer politico tem um grupo escolhido para ser beneficiado pelo governo municipal.
De todos os candidatos queremos menos promessas e mais atitudes, deixa de falsidade, deixa palhaçada. Se você conhece o cidadão na hora de pedir o voto, é preciso reconhecê-lo durante todo o governo. Olho no olho, verdade na palavra. Palavra de honra, palavra que precisa valer mais que o dinheiro empregado na campanha.
Estamos almejando melhor saúde corporal e psicológica. Exercitar o corpo e a mente. Fortalecer a família e a comunidade por inteira. Tudo isso pede do novo prefeito muita decência, alteridade e austeridade no que é do povo, a riqueza.
Abaixo a indiferença, negligência, tolerância ao erro contra o povo que necessita.
Por isso meu povo, observe, olhe, não se aliene por qualquer saco de cimento, bloco, conta d'água ou energia. O seu direito como cidadão vai além dessas trocas desleais, onde só quem perde é você.
- 17:01
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Oi Gente boa, após um longo tempo sem ter como postar para vocês, hoje tenho a oportunidade de falar sobre algo que define em parte o que se faz na igreja, especificamente falando de participação ativa. Escuto muito pessoas reclamando de que a igreja não é um dos melhores lugares para se estar. Uma das primeiras coisas seria a forma como um participante novo é observado ou melhor dizendo é olhado por quem já está há muito tempo caminhando. Outra coisa é o comportamento estranho de quem é da igreja, de quem já é ativo, tem funções. Liderança da igreja muitas vezes tem duas caras, tem atitudes publicas dentro da igreja que "acolhe" e atitudes publicas do lado de fora que muitas vezes IGNORA.
Outro detalhe é o ciúme, a insegurança para com o novo, a mal acolhida de novas opiniões. Muitos lideres talvez se sintam acuados por alguma razão em não aceitar o novo. Muitas vezes tem medo de receber ajuda na função que exerce, aceita ajuda para ocupar outras funções, mas não aceita ajuda no serviço que exerce. Diria muitas vezes que é imaturidade. Agir com demagogia não é lá muito cristão. Com tudo isso é possível dizer que o EGO da pessoa está meio inflada.
Hoje na missa do Jubileu da Catequese na Diocese de Divinópolis-MG, ouvir duas coisas que chamaram-me a atenção: Primeiro, no sentido de liderar ou catequizar - somos chamados a catequizar (também evangelizar), e nisto precisamos ensinar, conduzir, acompanhar a pessoa a ler a Bíblia, entender, levá-la a conhecer a Boa Nova, mas essa é a parte fácil. A parte difícil é levar as pessoas a ter a experiencia com Deus, o que na verdade essa foi a missão inicial de Jesus, levar-nos a conhecer o Pai através Dele mesmo (na pessoa do Cristo). Sem experimentar a Deus de nada vale ler e reler a bíblia, a doutrina, entre outros documentos sagrados. Isso vale também para o líder da comunidade. Ter face diferente é o mesmo que ser fariseu. Os fariseus apenas ensinava a lei. Assim como nos dias de hoje, temos lideres para celebrar nas comunidades, catequizar, reunir, até mesmo orar, porém orar é algo particular, no entanto, é preciso ensinar orar também, mas o líder tem que buscar ter a personalidade de Cristo, no sentido de acolher com amor todas as pessoas, largar a insegurança do erro de lado. Nem tudo é critica, nem tudo é desdenho. Mas sim uma força que Deus envia. Saiba que aquele que quer lhe estragar só chegar lhe agradando de todo jeito. e ninguém toma nosso lugar. Se Deus nos permite está como líder, é porque ele confia em nós e nos auxilia. E nisso levamos outros a experimentar a Deus de forma prática.
Outra coisa que me chamou a atenção foi com relação ao evangelho deste domingo da missa do 23º domingo comum, no qual Cristo nos convoca a amá-lo antes que os nosso familiares e amigos. E co relação a isso, uma explicação muito pertinente é que Cristo nos chama para nos ensinar a amar os demais, pois muitas vezes amamos os outros primeiro com tanto afincoo, amamos de forma errada, quase endeusando o outro. Mas Cristo nos pede que o amemos primeiros, e que como retorno saibamos amar da forma certa ao próximo. Daí pergunto: Será que em nossas comunidades não temos amados pessoas demais e Cristo de menos, e tendo amado demais não sabemos corrigir os erros de outros e os nosso erros que toma uma proporção ainda maior. A falta de escuta, a falta de recepção, a insegurança, a intolerância, os receios, os preconceitos advém da falta de amor, ou de um amor não recíproco. Coleguismo não, fraternidade sim. Respeito, considerar opinião da experiencia já conquistada. Valorização de todos é o melhor caminho para o líder.
Finalizando, completo com o que se foi dito hoje também: catequese sem a Palavra (Bíblia) é o mesmo que dá aulas de etiqueta, cidadania, ética, etc., e relaciono esse dizer com a questão de ser líder sem o carisma de Cristo é colocar um possível de volta para casa e ter uma experiencia com Deus da forma que não é cristã.
- 14:43
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